O professor disse que eu não fiz a tarefa!
Ok! Eu realmente não fiz! Eu não escrevi no blog sobre as ações de tutoria no PEAD2/UFRGS.
Mas, ... eu tenho mil explicações, mil motivos, ...
Eu não tenho a "sensação esquisita" que Freud (1914) descreve (na oportunidade, quando professores solicitam (por exemplo), a escrita de uma redação.
Se me pedem pra eu escrever, eu vou elaborando meu texto por dias. E foi como aconteceu.
Agora parece que o texto está se formando na minha mente, nas minhas folhas e vou começar a colocá-lo aqui.
Lendo, (mais uma vez) o texto do Freud (1914) e pensando bem, ... eu tenho uma enorme consideração por meus professores.
Consigo me enxergar como narra o Freud (1914: p. 286).
Ele conta que como psicanalista, se interessava mais por "processos emocionais do que pelos intelectuais, mais pela vida mental inconsciente do que pela consciente".
E, que, quando ele encontrava seus professores tinha uma emoção forte.
Freud (1914: p. 286) admite que a influência que esses professores exerceram poderia ser em consequência da "ciência que os professores ensinavam" ou também pela personalidade desses mestres.
Naquele tempo, professores eram uma das únicas fontes de informação. Então, as vezes, alunos (daquela época), hora odiavam, hora amavam/admiravam seus professores.
Atitudes contraditórias que na psicanálise estudaram a fonte desses sentimentos ambivalentes referindo de "ambivalência" a esse processo.
Vou me arriscar então, a dizer que, ao mesmo tempo que quero fazer o Curso ESPEAD/UFRGS, quero me aperfeiçoar, admiro e acredito nos meus professores; também fiquei chateada e me senti "paralisada" porque "ele" disse que eu não fiz o tema!
Sendo assim, digo que a "Ambivalência" está pegando em mim.
Sentimentos contraditórios estão me mobilizando.
Isso, com certeza, deve acontecer também com as colegas alunas/professoras do PEAD2/UFRGS.
Lembro que como tutora muitas vezes enviei mensagem para alunas que não escreviam no blog.
Aqui está o outro lado, eu como aluna, também me atrasei nas escritas, também me paralisei, também fiquei chateada. Mas juntei forças e escrevi por aqui.
Registrando vou ter um texto para referenciar algo que fala de nossos sentimentos na hora da escrita no blog.
Pior é que nossos professores tem razão, inventaram a metodologia de escrita no blog e justificam teoricamente, mas isso vai ser conversa pra novo post.
Se quiserem conhecer o texto que a professora Simone indicou e que usei como referência para esse "Post" segue o link aí embaixo.
Abraço, Betynha ;0)
Referência
FREUD, Sigmund. Algumas reflexões sobre a Psicologia Escolar. Rio de Janeiro. Editora LTDA: 1914. p. 282-289. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4038986/mod_resource/content/1/FREUD_Sigmund_%20Algumas%20reflex%C3%B5es%20sobre%20a%20psicologia%20escolar_In_Totem%20e%20Tabu%20e%20outros%20Trabalhos_Rio%20de%20Janeiro_Imago_1976_p_283-289.pdf Último acesso em 25/10/2018.
Ok! Eu realmente não fiz! Eu não escrevi no blog sobre as ações de tutoria no PEAD2/UFRGS.
Mas, ... eu tenho mil explicações, mil motivos, ...
Eu não tenho a "sensação esquisita" que Freud (1914) descreve (na oportunidade, quando professores solicitam (por exemplo), a escrita de uma redação.
Se me pedem pra eu escrever, eu vou elaborando meu texto por dias. E foi como aconteceu.
Agora parece que o texto está se formando na minha mente, nas minhas folhas e vou começar a colocá-lo aqui.
Lendo, (mais uma vez) o texto do Freud (1914) e pensando bem, ... eu tenho uma enorme consideração por meus professores.
Consigo me enxergar como narra o Freud (1914: p. 286).
Ele conta que como psicanalista, se interessava mais por "processos emocionais do que pelos intelectuais, mais pela vida mental inconsciente do que pela consciente".
E, que, quando ele encontrava seus professores tinha uma emoção forte.
Freud (1914: p. 286) admite que a influência que esses professores exerceram poderia ser em consequência da "ciência que os professores ensinavam" ou também pela personalidade desses mestres.
Naquele tempo, professores eram uma das únicas fontes de informação. Então, as vezes, alunos (daquela época), hora odiavam, hora amavam/admiravam seus professores.
Atitudes contraditórias que na psicanálise estudaram a fonte desses sentimentos ambivalentes referindo de "ambivalência" a esse processo.
Vou me arriscar então, a dizer que, ao mesmo tempo que quero fazer o Curso ESPEAD/UFRGS, quero me aperfeiçoar, admiro e acredito nos meus professores; também fiquei chateada e me senti "paralisada" porque "ele" disse que eu não fiz o tema!
Sendo assim, digo que a "Ambivalência" está pegando em mim.
Sentimentos contraditórios estão me mobilizando.
Isso, com certeza, deve acontecer também com as colegas alunas/professoras do PEAD2/UFRGS.
Lembro que como tutora muitas vezes enviei mensagem para alunas que não escreviam no blog.
Aqui está o outro lado, eu como aluna, também me atrasei nas escritas, também me paralisei, também fiquei chateada. Mas juntei forças e escrevi por aqui.
Registrando vou ter um texto para referenciar algo que fala de nossos sentimentos na hora da escrita no blog.
Pior é que nossos professores tem razão, inventaram a metodologia de escrita no blog e justificam teoricamente, mas isso vai ser conversa pra novo post.
Se quiserem conhecer o texto que a professora Simone indicou e que usei como referência para esse "Post" segue o link aí embaixo.
Abraço, Betynha ;0)
Referência
FREUD, Sigmund. Algumas reflexões sobre a Psicologia Escolar. Rio de Janeiro. Editora LTDA: 1914. p. 282-289. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4038986/mod_resource/content/1/FREUD_Sigmund_%20Algumas%20reflex%C3%B5es%20sobre%20a%20psicologia%20escolar_In_Totem%20e%20Tabu%20e%20outros%20Trabalhos_Rio%20de%20Janeiro_Imago_1976_p_283-289.pdf Último acesso em 25/10/2018.
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